Casos de gravidez tardia têm ficado mais comuns

Com a fertilização in vitro e a opção de recorrer a óvulos de mulheres mais jovens, os limites da maternidade têm se expandido. Duas indianas de 70 anos já foram mães usando óvulos doados.

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No “Guinness”, figura como mãe mais velha a espanhola Maria del Carmen Lara, que teve gêmeos aos 66, em 2006. Ela morreu três anos após o parto, de câncer. Já no caso de gravidez por vias naturais, é de uma britânica o título de mãe mais velha do mundo. Dawn Brooke deu à luz aos 59, em 1997.

RISCOS

Sem entrar no mérito dos direitos reprodutivos, gravidez tardia traz maior risco para mãe e bebê.

Há mais chances de a mulher ter diabetes e hipertensão e de o bebê ser prematuro. Em gestações naturais, é maior o risco de problemas genéticos no bebê e de abortamentos.

Segundo o obstetra Thomaz Gollop, da USP, apesar dos riscos, se a saúde da mulher estiver em ordem, se o casal puder cuidar da criança, tiver afeto e der instrução, não deve haver restrição. “A população hoje pode atingir maior longevidade.”

Com a Folha.com

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