Clientes do Itaú recorrem a detetive para recuperar joias

Ao menos três empresas de segurança, três de inteligência privada internacional e diversas agências de detetive foram contratadas por clientes que tiveram cofres roubados no Itaú da avenida Paulista, no centro de São Paulo.

A informação é da reportagem de Cristina Moreno de Castro publicada na edição desta quinta-feira da Folha.

De acordo com o texto, a RCI First Security and Intelligence Advising, uma das empresas contratadas para rastrear os bens roubados, com sede em Nova York, já contatou 141 lapidadores, mais de 400 joalheiros, além de leiloeiros e antiquários de todo o mundo e mais de 50 doleiros paulistanos na tentativa de obter informações.

O roubo ocorreu em 27 de agosto e durou cerca de dez horas. Ele também e é tido como um dos maiores assaltos a banco do país. A Folha apurou que os conteúdos de apenas dois cofres arrombados valem, juntos, cerca de R$ 12 milhões.

Apesar de 170 cofres terem sido violados no assalto, poucos clientes registraram oficialmente a ocorrência. Acredita-se que as vítimas podem estar com medo de extorsões, uma vez que o acesso a boletins de ocorrência é público. Os ladrões podem descobrir quem são os donos das joias e pedir dinheiro para devolvê-las.

Editoria de arte/Folhapress

Com a Folha.com

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