Em sua posse, novo ministro agradece família Sarney

Em seu discurso de posse, o novo ministro do Turismo, Gastão Vieira (PMDB-MA), afirmou que assumiu a Pasta “assustadíssimo” e fez referências ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) –que bancou sua indicação ao cargo–, à governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), e ao ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.

Vieira foi secretário de Planejamento de Lobão e de Educação e de Planejamento de Roseana. Ele afirmou que deve a eles toda a experiência que possui nas áreas de gestão pública e planejamento. “Quero aqui render uma homenagem, tanto ao senador Edison Lobão, quanto à governadora Roseana Sarney, que não pode comparecer. Ali, enquanto atuei como secretário de governo, eu aprendi a trabalhar com espírito público, com dedicação, com zelo, com respeito e, acima de tudo, com fidelidade aos dois governadores”, declarou.

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  Roberto Stuckert Filho/Presidência  
Dilma Rousseff abraça Gastão Vieira na posse do novo ministro do Turismo
Dilma Rousseff abraça Gastão Vieira na posse do novo ministro do Turismo

No início do discurso, Vieira pediu licença a Sarney para citar Padre Antônio Vieira. O novo ministro disse que estava “assustadíssimo” quando foi ao gabinete da presidente Dilma Rousseff, na noite de quarta, acompanhado do vice-presidente Michel Temer. “Acho que foi a primeira vez, presidente, que o medo facilitou a decisão. Eu estava com tanto medo, que nem se eu quisesse, eu poderia dizer não para a senhora”, brincou.
Além de agradecer o suporte que recebeu do vice-presidente, Gastão Vieira destacou o apoio do PMDB.

“Agradeço o meu partido, que tendo conhecimento da decisão da senhora, manifestou a este seu membro, a este parlamentar já de cinco mandatos, a confiança de que eu representaria bem o partido no seu governo”, discursou.

A cerimônia foi restrita, realizada na Sala de Audiências do Palácio do Planalto (e não no Salão Nobre, como é o costume) a pedido da própria presidente. Gastão Vieira disse que o formato do evento o agradou: “Eu prefiro que a chegada seja simples, para que a saída seja cheia do sentimento de dever cumprido”.

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