Levantamento do Índice de Infestação do Aedes aegypti mostra Petrolina com baixo risco para epidemia da dengue

Após um ano de intensa mobilização de combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, a Prefeitura Municipal de Petrolina, através da Gerência de Endemias, realizou entre os dias 31 de outubro e 4 de novembro, o 6º Levantamento de Índice Rápido de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa). O resultado da última pesquisa do ano, divulgado nesta segunda-feira (07), será utilizado como instrumento para identificação das áreas de risco para ocorrência da doença. Ainda a partir de hoje, as medidas de combate serão redirecionadas e intensificadas para prevenir uma possível epidemia da dengue em Petrolina.

Dados identificados na pesquisa mostram que o índice geral de infestação predial para o Aedes aegypti ficou em 0,9%, considerado pelo Ministério da Saúde como de baixo risco para ocorrência de epidemia da dengue na cidade. De acordo com o gerente de endemias, Jailson Araújo, apesar do resultado apontar um pequeno aumento em relação ao último LIRAa realizado, a situação está sob controle. “Nessa pesquisa houve um pequeno acréscimo no índice de infestação, uma vez que o último LIRAa foi de 0,7% e estamos atentos. Essa elevação é normal devido a ocorrência de chuvas durante as últimas semanas. Mesmo estando com baixo risco, continuamos em alerta e trabalhando firme com a prevenção e com o controle”, esclareceu.

Ainda como forma de conter a dengue, a Secretária de Saúde, Lúcia Giesta, ressaltou que estratégias já foram traçadas e que serão colocadas em prática neste verão para coibir a proliferação do mosquito. “Sabemos que as altas temperaturas e a ocorrência de chuvas formam condições favoráveis para o desenvolvimento do mosquito. Por isso já estudamos com nossa equipe e com os Agentes de Combate às Endemias, medidas que serão redobradas já a partir de agora e intensificadas com a chegada do verão para que possamos continuar com baixo risco para ocorrência da doença no nosso município”, declarou.

Combate – Entre as atividades que serão desenvolvidas pelos Agentes, estão as visitas às residências em busca de criadouros do mosquito, eliminação desses focos com larvicida, além do trabalho de educação em saúde, onde os profissionais passam informações importantes para a comunidade, como práticas simples que podem ser colocadas em prática para evitar o desenvolvimento do Aedes aegypti.

Texto: Taisa Alencar
Foto: Patrícia Telles

Com Ascom/PMP

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