Líderes se reúnem com Ideli Salvatti para definir votação da Lei da Copa

Os líderes do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), e do PT, Jilmar Tatto (SP), se reuniram na manhã desta quarta-feira (21) com a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, para definir a estratégia de votação da Lei Geral da Copa.

Arte Lei Geral da Copa atualizada até 19.mar (Foto: Arte/G1)

Nesta terça (20), impasse em relação ao projeto que altera o Código Florestal impediu a votação da lei que define as regras para a realização do Mundial de futebol.

A oposição e a bancada ruralista, apoiados pelo líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), querem que o governo marque a data de votação do projeto que altera o Código Florestal. Alguns partidos, como o DEM, ameaçam obstruir a votação da Lei da Copa se não houver definição sobre a nova legislação ambiental.

A expectativa é que o governo defina uma data, possivelmente em abril, para a votação do código, já que a reivindicação da oposição e de ruralistas encontra respaldo na maioria dos partidos que compõem a base aliada.

O presidente da Câmara, Marco Maia, afirmou que ele próprio definirá uma data para a análise das regras ambientais se não houvesse acordo. O governo não tem interesse em votar agora o Código Florestal porque não concorda com o texto do relator da matéria na Câmara, Paulo Piau (PMDB-MG), que faz concessões aos ruralistas.

Bebidas na Copa
Após uma semana de reviravoltas sobre a venda bebidas alcoólicas durante os jogos do Mundial, deputados da base anunciaram nesta terça um acordo para votar a versão da Lei Geral da Copa que não contém autorização expressa para a comercialização.

Assim, seria suprimido artigo contido no texto do relator, deputado Vicente Cândido (PT-SP), que libera expressamente a venda de bebidas alcóolicas nos estádios.

O texto defendido pelos deputados da base é o original enviado pelo Executivo ao Congresso, que não libera e nem proíbe a venda de bebida, somente exclui artigo do Estatudo do Torcedor que veda o porte de álcool nos estádios.

Assim, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) teria que negociar a comercialização de bebidas com os 12 estados que sediarão jogos.

Fonte: Do G1, em Brasília

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