Premiê interino do Egito não descarta Irmandade Muçulmana no governo

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O novo primeiro-ministro interino do Egito, Hazem Beblawi, declarou à France Presse que não exclui a possibilidade de participação de alguns membros da Irmandade Muçulmana, movimento ao qual pertence o presidente destituído Mohamed Morsi, no governo de transição que está formando.

“Não me preocupo com o grupo político. Se o Partido da Liberdade e da Justiça (PLJ, braço político do movimento) propõe alguém e esta pessoa é qualificada para o cargo, sua designação poderia ser avaliada”, disse.

A Irmandade Muçulmana, no entanto, rejeitou na quarta-feira a proposta para participar no governo.

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“Tenho dois critérios para o próximo governo: eficácia e credibilidade”, completou.

“Até o momento não contactei ninguém”, disse, antes de explicar que deseja identificar os melhores candidatos antes de pedir que integrem o governo.

Na quarta-feira, a Irmandade Muçulmana anunciou que “não compactua com golpistas”, em referência às Forças Armadas, que lideraram um golpe de Estado em 3 de julho contr

Da AFP

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