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Al Sadd bate Kashiwa nos pênaltis e fatura 3º lugar no Mundial

No dia em que Santos e Barcelona se enfrentam para decidir quem é a melhor equipe do mundo, o Al Sadd frustrou a torcida japonesa, que lotou o estádio Internacional de Yokohama, e venceu o Kashiwa Reysol nos pênaltis por 5 a 3 após empate por 0 a 0 no tempo normal. Assim, o time catariano conquistou o terceiro lugar no Mundial, garantindo um lugar no pódio.

As duas equipes entraram em campo para a disputa do terceiro lugar, mas que era considerado como uma “final b”, pelo menos em importância para os dois times. Longe de serem considerados tops do mundo, as duas equipes foram beneficiadas pelo sistema de disputa do torneio da Fifa, que dá vaga a um time por continente –os japoneses entraram no certame por serem campeões nacionais do país-sede.

  Toru Yamanaka/France Presse  
Jogadores do Al Sadd comemoram terceira colocação no Mundial de Clubes, no Japão
Jogadores do Al Sadd comemoram terceira colocação no Mundial de Clubes, no Japão

Para chegarem até esta partida, ambos os times deixaram para trás os favoritos Monterrey, do México, e Espérance, da Tunísia, considerados mais fortes.

Com isso, as duas equipes pareciam estar cientes do feito a que poderiam alcançar naquela que poderia ser uma oportunidade única e histórica de alcançarem um feito inédito.

Assim, o que se viu desde o início foi um jogo aberto, com ambos os times atuando de forma destemida, sempre em busca do gol.

As duas equipes passaram a maior parte do primeiro tempo se revezando no ataque.

  Yuriko Nakao/Reuters  
Abdulmajed (dir.), do Al Sadd, tenta fugir da marcação de Sakai, do Kashiwa Reysol, em Yokohama
Abdulmajed (dir.), do Al Sadd, tenta fugir da marcação de Sakai, do Kashiwa Reysol, em Yokohama

Mas os grandes destaques não foram as jogadas do lateral direito Sakai, ou a bola na trave de Tanaka, nem a velocidade de Keita e os chutes de Niang.

Os destaques da etapa inicial foram os goleiros Sugeno e Mohamed. Cada um evitou, pelo menos em duas ocasiões, que o placar fosse aberto com excelentes defesas.

Na etapa complementar as coisas permaneceram como estavam. O Kashiwa tinha mais posse de bola e chegava mais, só que era insuficiente para marcar.

Com o passar do tempo, e sem que o gol saísse, as duas equipes foram ficando nervosas. E a qualidade do futebol praticado diminuiu. Os donos da casa seguiam melhores, mas já não tinham o ímpeto de antes.

O time do Qatar permanecia jogando da mesma maneira, na defesa, à espera de um contra-ataque.

O Kashiwa não queria deixar a partida ir para os pênaltis e por isso tratou de atacar.

Mas a maior vontade dos japoneses não foi suficiente para evitar que a decisão fosse para os pênaltis.

Nas penalidades o equilíbrio permaneceu. Hayashi foi o único a desperdiçar e o Al Sadd comemorou a terceira colocação.

  Yuriko Nakao/Reuters  
Kitajima, do Kashiwa Reysol, tenta cabecear a bola na área do Al Sadd, em Yokohama
Kitajima, do Kashiwa Reysol, tenta cabecear a bola na área do Al Sadd, em Yokohama

Com a Folha.com

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