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Com serras e cachoeiras, cidade na BA é sugestão de leitor para viagem

Leitor indica cidade de Iguaí, na Bahia, para turistas que gostam de contato com a natureza. (Foto: Nello de Aguiar Ferrari/VC no G1)
Leitor indica cidade de Iguaí, na Bahia, para turistas que gostam de contato com a natureza. (Foto: Nello de Aguiar Ferrari/VC no G1)

“A região é dotada de natureza privilegiada. Nós temos 180 cachoeiras, 2.000 nascentes e 27 riachos. Os vales e as serras são muito bonitos.” É com entusiasmo que o empresário Nello de Aguiar Ferrari, de 62 anos, defende Iguaí (BA), a 497 quilômetros de Salvador. O leitor mora na capital baiana, mas trabalha na localidade, chamada de “cidade das cachoeiras” que, segundo ele, deveria ser mais conhecida pelos turistas.

Nello conta que o município é uma boa pedida para turistas que gostam de contato com a natureza, e cita a Área de Proteção Ambiental Serra do Ouro, com mais de 50 mil hectares. “Com cachoeiras, vales, serras, rios, matas e trilhas de extrema beleza cênica, é ideal para a prática de turismo rural e de aventura”, diz. “Um paraíso.”

Para quem escolher o mês de junho para realizar a viagem, o leitor também indica uma visita à cidade vizinha de Ibicuí, a 15 quilômetros de Iguaí. “Lá tem a melhor festa de São João de toda a Bahia”, garante.

Participe você também. Mande uma foto e diga por que o seu destino não tão visitado é especial para merecer uma viagem. Para enviar a sua colaboração, use a ferramenta doVC no G1. Você também pode indicar um passeio ou local menos óbvio de cidades campeãs da preferência, como Paris, Nova York e Buenos Aires – ou seja, “recomendo visitar a torre Eiffel” não vai entrar na nossa seleção das melhores sugestões.

Veja outras dicas dos leitores do G1:

Incrível', diz turista sobre o nascer do sol no templo Angkor Wat, no Camboja. (Foto: Rafael Koch Rossi/VC no G1)
Incrível’, diz turista sobre o nascer do sol no templo Angkor Wat, no Camboja. (Foto: Rafael Koch Rossi/VC no G1)

O fotógrafo Rafael Koch Rossi visitou a irmã que mora na China em dezembro de 2012, e aproveitou a oportunidade para fazer um passeio pela Ásia. A princípio, escolheu o Japão, mas desistiu da ideia por causa da final do Mundial de Clubes. “Com a onda de brasileiros indo para lá, resolvi mudar de destino e escolhi o Camboja, especificamente Siem Reap e seus templos”, lembra ele. A troca, segundo o leitor, valeu a pena.

“De todos locais que já visitei, sem dúvidas o Camboja foi o que mais me impressionou. Mesmo com toda a beleza do país, o que mais me comoveu foi a solidariedade que existe em um país onde a renda per capita é menos de US$ 1 por dia.  Um local seguro, barato e lotado de pessoas que, mesmo sem falar uma palavra de inglês, estão dispostas a ajudar”, lembra. Logo que chegou a Siem Reap, a primeira cena que viu foi “um monge estava pedindo carona e um motoqueiro parou para ajudar”. “Outro exemplo foi quando eu precisei de dinheiro trocado e me emprestaram sem perguntar nada. Depois devolvi a mais como agradecimento.”

Para o leitor que aceitar sua sugestão de destino, Rafael tem uma dica: não deixe de assistir a pelo menos um nascer do sol. “É algo incrível”, garante. O fotógrafo registrou um deles, no Angkor Wat, “um dos maiores templos do mundo”.


Leitora indica a Praia do Sono para acampar, e explica que o local tem acesso a trilhas e outras praias. (Foto: Debora Meira/VC no G1)
Leitora indica a Praia do Sono para acampar, e
explica que o local tem acesso a trilhas e outras
praias. (Foto: Debora Meira/VC no G1)

A agente de viagem Débora Meira, de São Paulo, está acostumada a descrever destinos turísticos mais conhecidos por causa de seu trabalho. Por isso, resolveu escolher algo diferente para o réveillon de 2012 para 2013. Ela passou quatro dias na Praia do Sono, em Paraty (RJ), com o namorado e dois amigos. “Para chegarmos ate lá, foram 3 horas de caminhada pela trilha que dá acesso [partindo de Trindade]. Normalmente é mais rápido, cerca de 1 hora, porém estávamos com bastante bagagem, pois fomos para acampar”, conta a leitora, acrescentando que também é possível chegar ao local de barco, em cerca de 15 minutos.

A maioria dos turistas, segundo Débora, opta por campings. Alguns oferecem chuveiro e cozinha comunitária. Há também a opção de alugar casas de moradores. “É tudo simples, porém confortável.” A Praia do Sono também tem acesso a trilhas e outras praias “mais desertas”, como relata a leitora.


Internauta ficou impressionado com o litoral do Chipre. 'O mar é transparente, incrível. A areia é muito branca.' (Foto: Daniel Paes de Camargo/VC no G1)
Internauta ficou impressionado com o litoral do Chipre. ‘O mar é transparente, incrível. A areia é muito branca.’ (Foto: Daniel Paes de Camargo/VC no G1)

O analista de sistemas Daniel Paes de Camargo precisou fazer uma viagem a trabalho em 2009 para o Chipre. Antes de chegar ao local, não imaginava que iria gostar tanto do destino. “Eu não esperava nada, na verdade. É maravilhoso, lá é um paraíso”, descreve. O leitor ficou impressionado com a beleza do litoral. “Eu nunca havia entrado num mar em que, a até 2 metros de profundidade, a água é quente. E é transparente, incrível. A areia é muito branca”, conta.

Daniel também tem como recordação as conversas que teve com os moradores. Ele afirma que, apesar de ser um “assunto sensível”, a população do sul da ilha costuma contar a história da invasão turca aos visitantes. “A ilha é dividida em duas. Do lado grego, ao sul da muralha, eles conseguem enxergar a bandeira turca ao norte. É uma provocação, uma ofensa pra eles”, diz. O leitor também visitou o forte da cidade de Paphos.

Do G1/Internautas pelo Brasil

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