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Economia

Dólar tem alta após indicador de emprego nos EUA

O mercado de câmbio brasileiro inicia a quinta-feira atento ao noticiário internacional um dia depois da subida expressiva devido às preocupações com a Europa.

Por volta de 10h10, o dólar comercial subia 0,34%, a R$ 2,023. Ontem a moeda americana fechou com alta de 1,51%, a R$ 2,016 na venda.

Mesmo com a alta forte durante todo o dia, o Banco Central não atuou no mercado. No acumulado de maio, a cotação da divisa acumula valorização de 5,72%.

O mercado encontra algum suporte após dados mostrarem que o número de desempregados na Alemanha ficou estável em maio, enquanto a taxa de desemprego no país caiu à mínima recorde de 6,7%, sugerindo alguma resiliência da maior economia europeia mesmo com o agravamento da crise.

Mas a aparente melhora do cenário começa a dar espaço para uma piora do humor. Foi divulgado que o setor privado dos Estados Unidos criou 133 mil vagas de emprego em maio, contra projeção de aumento de 150 mil postos.

Logo depois da abertura, a Bolsa brasileira, a Bovespa, tinha alta de 0,26%, aos R$ 53.937.

JUROS

No mercado de juros futuros na BM&F, o dia é de ajustes no mercado de juros à decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, que confirmou a expectativa do mercado de um corte de 0,50 ponto percentual na taxa básica de juro brasileira, levando-a para 8,50% ao ano.

Embora essa decisão já estivesse no preço, pode haver ainda algum alívio residual nas taxas de médio prazo, uma vez que o comunicado confirmou que ainda há espaço para mais queda da taxa. Pouco após a abertura, o contrato de depósito interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2014 tinha taxa de 8,18% (ante 8,34% no ajuste de ontem).

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