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Dono da lateral-direita, Vítor mantém ritmo para não sair do time do Goiás

Titular absoluto, Vítor espera não acomodar (Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás E.C.)
Titular absoluto, Vítor espera não acomodar
(Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás E.C.)

Das oito rodadas disputadas até agora no Campeonato Goiano, o lateral-direito Vítorparticipou de apenas três. O jogador atuou na estreia e se machucou às vésperas do segundo jogo na temporada, contra o Grêmio Anápolis. A ausência de Vítor não foi tão comentada, pois o time esmeraldino obteve alto aproveitamento desde o início da competição. O meia Yuri atuou improvisado no setor e agradou ao técnico Enderson Moreira.

Porém, nos dias que antecederam o jogo contra o Goianésia, válido pela sétima rodada, Vítor foi liberado pelo departamento médico e logo teve retorno garantido pelo técnico. Enderson Moreira, após a partida diante do Azulão, afirmou que a lateral-direita ‘tem dono’. O contrário ocorre na esquerda, onde Eron, William Matheus e Mário Sérgio brigam por uma vaga. Situação cômoda para Vítor? O jogador até admite ser tranquilo, mas afirma que não pode se acomodar.

– Tranquilo eu sempre estou. Mas sempre estou trabalhando para melhorar. Aqui no Goiás o nível de exigência é grande. Fizemos um grande jogo contra o Rio Verde, quando vencemos por 7 a 0, mas o Enderson tem nos cobrado muito durante os treinos, principalmente a parte de finalizações. Qualquer vacilo pode custar a vaga entre os titulares. Não temos jogadores experientes para a lateral-direita, mas o Yuri fez um grande trabalho e o Clayton Sales é um grande jogador. Ele crescerá muito ao longo da carreira. Não posso ‘brincar’.

Vítor teve grande projeção no Goiás pelas boas campanhas feitas na equipe esmeraldina até 2010. Depois, emprestado a clubes como Cruzeiro, Sport e Palmeiras, não repetiu o sucesso. O jogador tinha contrato com o alviverde paulista até o fim deste ano, mas pediu para ficar no Goiás. Segundo o jogador, a sequência de partidas que teve em Goiânia foi fundamental para que ele voltasse a atuar bem.

– O mais importante foi que eu tive sequência no Goiás e nos outros clubes não foi bem assim. Um exemplo do quanto o ritmo de jogo é importante é a mudança de esquema, pois me destaquei no 3-5-2, quase como um atacante pela direita, e agora tenho de marcar antes de tudo. Na Série B do ano passado participei de 36 dos 38 jogos. Isso foi fundamental.

Líder do Goianão com 20 pontos, o Goiás voltará a campo na próxima segunda-feira, contra o Anápolis, fora de casa, no encerramento do primeiro turno. Embora o adversário não esteja bem na tabela – é o sétimo, com oito pontos –, Vítor pede cuidado e enumera as qualidades do Galo da Comarca.

– Já vi jogo deles. É um time que toca muito bem a bola, conta com jogadores experientes e tem uma boa bola parada. Precisaremos ter muita atenção e marcação forte para conseguir um bom resultado.

Por GLOBOESPORTE.COM

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