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Funeral no Iêmen homenageia 96 soldados mortos em ataque suicida

Policiais e agentes do exército participam, nesta quinta-feira (24), de um funeral coletivo dos soldados mortos em atentado suicida de segunda-feira (21) em Sanaa, Iêmen, quando um homem com explosivos amarrados em seu uniforme militar matou 96 pessoas e feriu pelo menos 222, segundo dados do Ministério da Defesa.

O ataque, um dos mais violentos dos últimos anos no Iêmen, foi um revés na batalha do governo contra os islâmicos ligados à Al-Qaeda e colocou em evidência a preocupação dos EUA com um país situado na linha de frente da guerra global promovida por Washington contra os militantes.

Soldados carregam caixões durante o funeral de dezenas de soldados mortos em atentado suicida de segunda-feira (21) em Sanaa, Iêmen, quando um homem com explosivos amarrados em seu uniforme militar matou mais de 90 pessoas (Foto: Reuters)Soldados carregam caixões durante o funeral de dezenas de soldados mortos em atentado suicida de segunda-feira (21) em Sanaa, Iêmen, quando um homem com explosivos amarrados em seu uniforme militar matou mais de 90 pessoas (Foto: Reuters)
Soldados carregam caixões durante o funeral nesta quinta-feira (24) (Foto: Reuters)Soldados carregam caixões durante o funeral nesta quinta-feira (24) (Foto: Reuters)
Soldados rezam nesta quinta-feira (24) pelos mais de 90 soldados mortos em ataque suicida na segunda (21) em Sanaa, Iêmen (Foto: Reuters)Soldados rezam nesta quinta-feira (24) pelos mais de 90 soldados mortos em ataque suicida na segunda (21) em Sanaa, Iêmen (Foto: Reuters)

Desfile de luto
O presidente do Iêmen, Abd-Rabbu Mansour Hadi, assistiu ao desfile do Dia Nacional, na terça-feira (22), atrás de uma proteção de vidro blindado, depois que o ataque à bomba matou mais de 90 soldados durante o ensaio para a cerimônia na segunda-feira (21).

O governo do Iêmen cancelou um desfile militar que seria realizado na praça Sabaeen nesta terça-feira. No lugar, promoveu uma cerimônia “simbólica” na Escola de Aviação e Defesa Aérea, na presença do presidente.

Um clima sombrio pairou sobre o evento, feito para comemorar a unificação do sul e do norte do Iêmen, ocorrida em 1990, mas não houve derramamento de sangue, apesar das ameaças dos militantes.

Fonte: Do G1, em São Paulo

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