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Magrão conta segredo da defesa de pênaltis

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Cícero Souza comentou a indisciplina de Marcelinho
Foto: Rodrigo Lobo/JC Imagem

No dia de seu aniversário de 35 anos, o goleiro e capitão do Sport, Magrão ganhou bolo, chuva de ovos, visita da família e uma saraivada de perguntas sobre sua técnica de defender pênaltis. É sintomático. Em menos de uma semana, o camisa 1 da Ilha defendeu duas penalidades e o próximo compromisso, quarta-feira (11), contra o Paysandu, pela Copa do Brasil, pode ser decidido nas cobranças dos tiros livres caso o Sport devolva o placar do primeiro jogo, 2×1.

Magrão lembrou que defender duas penalidades num intervalo tão curto foi algo inédito em sua carreira. Reconheceu que quando isso acontece a confiança aumenta. Mas torce para que seus companheiros resolvam o problema sem precisar de tanta emoção. “Sempque se se consegue defender um pênalti a confiança aumenta. Mas espero que isso não venha a acontecer e o Sport vença no tempo normal”, lembrou.

Questionado sobre o que faz para defender pênaltis, o goleiro citou dois pilares: estudo e atenção. O primeiro, observando o passado dos cobradores. O segundo, no momento da cobrança. O exemplo citado foi o último chute defendido, no domingo. Magrão comparou as duas formas de Joelson cobrar pênalti. A primeira, contra ele mesmo, na vitória rubro-negra por 4×2 na Ilha. A segunda, quando o atacante desperdiçou, na derrota para o Santa Cruz por 3×1, em Caruaru.”No primeiro jogo, aqui, ele correu forte e soltou uma pancada. Com o Santa foi diferente, a passada não foi veloz e o Tiago Cardoso defendeu (Joelson faria o gol no rebote). Nesse jogo foi a mesma coisa. Ele não correu como aqui na Ilha e dificilmente iria dar uma pancada.”

Sobre o jogo com o Papão, o capitão leonino lembrou que o Sport precisará de um cuidado especial defensivo por conta da característica dos jogadores adversários. “Do meio para frente eles têm joagdores rápidos. Precisaremos de atenção redobrada no posicionamento ali atrás”, enfatizou.

MARCELINHO – Pouco afeito a entrevistas, o superintendente do Sport, Cícero Souza, quebrou seu tradicional silêncio para falar sobre mais um caso de indisciplina envolvendo o meia Marcelinho Paraíba. Ele não deixou muitas pistas do que foi conversado com o atleta, mas reconheceu que um jogador com o currículo do camisa 10 deveria exercer uma influência positiva. “Acho que o grande xis da questão é transformar um líder técnico, uma figura importantíssima num grande exemplo enquanto cidadão”.

Depois, reiterou que assuntos como esse serão tratados internamente. “O que acontece ali dentro morre ali dentro. Temos que preservar o ambiente interno porque é ele que vai dar os resultados”.

Fonte: Do NE10

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