Willames Costa

Compromisso com a informação

Bahia Esporte

Marquinhos dá tempo a sua filosofia e diz que ainda não tem formação ideal

Marquinhos Santos mostra confiança na sua filosofia de trabalho (Foto: Divulgação/EC Bahia)
Marquinhos Santos mostra confiança na sua filosofia de trabalho (Foto: Divulgação/EC Bahia)

Na chegada ao Bahia, no começo da temporada, o técnico Marquinhos Santos garantiu que pela sua filosofia, o Tricolor seria uma time ofensivo. Oito jogos depois, e o fato de ter atuado com até quatro volantes, em algumas partidas, e a filosofia do treinador chegou a ser questionada. No entanto, o técnico garante que a mudança é uma questão de tempo. Para ele, a alteração de postura não se dá em um espaço de tempo tão curto, ainda assim, diz que já que consegue ver em campo sinais da mudança.

– Na minha apresentação, falei que quando estávamos no Coritiba chegamos a jogar com um volante. É minha filosofia de jogo. O Bahia joga para frente. Em função desse começo de temporada, há a queda brusca no segundo tempo. Essa herança faz com que o time jogue para trás no segundo tempo. Não é em 25 dias que vamos mudar a mentalidade do grupo. Os jogadores já entenderam essa ideia. É um Bahia ofensivo, com poucos chutões. Até o Lomba sai com toque, posse de bola, de forma arriscada às vezes, mas é um processo que precisa ser feito para lá na frente ter um futebol de resultado e vistoso – disse o treinador.

Para o treinador, a sequência do trabalho é fundamental para que os seus ensinamentos sejam passados ao grupo. Segundo o treinador, a missão é manter a mesma formação ao longo deste começo de temporada.

– O sonho de qualquer treinador é dar uma sequência na equipe. Não penso diferente. No início da temporada, a intenção é manter uma mesma formação dentro da sequencia de jogos para suportar melhor os jogos e não ocorrer lesões – disse.

Além disso, o treinador garantiu que o meio campo que entrou em campo na última partida não é definitivo. Para Marquinhos, ainda é o momento de fazer testes em busca da melhor formação.

– Tenho trabalhado muito com um volante e dois meias. Agora a gente passa a mesclar essa quebra de sistema. Estamos procurando fazer o encaixe. É cedo ainda para declarar que é o meio campo ideal. Todos terão oportunidades. E aqueles que aproveitarem terão sequência no time titular – disse.

Por 

LEAVE A RESPONSE

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *