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Mulher confessa ter envenenado doces de adolescente no PR

Margarete Aparecida Marcondes, 45, admitiu ter colocado veneno nos docinhos que foram enviados como amostra à uma adolescente em Curitiba. A informação foi dada pela Polícia Civil do Paraná. O objetivo da doceira seria fazer a adolescente passar mal e, com isso, adiar sua festa de 15 anos, marcada para o dia 15 de abril.

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De acordo com o delegado Rubens Recalcatti, responsável pelo caso, a família da adolescente teria encomendo os doces à Margarete. Contudo, a doceira já havia gasto o valor pago como adiantamento e não teria dinheiro para atender o pedido.

Margarete foi presa na madrugada deste sábado. Ela foi encontrada dormindo em seu carro em uma rua no centro de Barra Velha (SC), por volta das 3h, e levada para a delegacia de Joinville. De lá, seguiu para Curitiba, onde prestou depoimento na tarde de hoje.

A doceira era procurada desde o dia 22 de março, quando policiais estiveram em sua casa e encontraram o local revirado e com marcas de sangue.

O marido dela, que estava no local, tinha marcas de espancamento. Ele está internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de um hospital de Joinville e ainda não foi ouvido. Seu estado é considerado grave.

Segundo o delegado, Margarete admitiu ser a responsável pelo espancamento do marido. Ainda de acordo com a polícia, a doceira parece ter algum distúrbio psicológico.

Os brigadeiros foram entregues por um taxista à menina no dia 12 de março. A jovem dividiu os docinhos com três amigos. Todos passaram mal e chegaram a ser internados.

Um laudo apontou que os doces continham um inseticida chamado Terbufos.

Margarete, que é amiga da família da adolescente, foi identificada após imagens de uma câmera de segurança de um shopping de Curitiba mostrarem o momento em que ela deixava um ponto de táxi logo após entregar a caixa para um dos motoristas. O taxista contou à polícia que recebeu R$ 16 para fazer a entrega na casa da menina.

A doceira está presa e à disposição da Justiça na carceragem feminina do Centro de Triagem I, em Curitiba.

Fonte: Da Folha.com

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