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PSD deve apoiar Dilma em 2014, mas não integrará governo, diz Kassab

Gilberto Kassab, presidente do PSD, em evento com lideranças em Brasília (Foto: Amanda Lima/ G1)
Gilberto Kassab, presidente do PSD, em evento
com lideranças em Brasília
(Foto: Amanda Lima/ G1)

O presidente do PSD, Gilberto Kassab, afirmou nesta quarta-feira (20), em reunião com lideranças de estaduais de seu partido em Brasília, que a legenda pretende apoiar a reeleição de Dilma, mas não irá integrar o atual governo da presidente.

“O meu sentimento é o de apoiar a presidente Dilma, esse é o meu sentimento, mas o que vai prevalecer é o sentimento da maioria. O PSD vai manter a independência do partido. […] Integrar o governo não, mas apoiar sim,” declarou Kassab.

O presidente do PSD ouviu lideranças de sua legenda em vários estados. Seis estados já foram ouvidos (RN, BA, RO, CE, PA e MT), e todos manifestaram apoio formal à candidatura da presidente, seguindo a linha do partido de se manter independente ao governo Dilma.

Segundo Kassab, outras lideranças como São Paulo e Amazonas, já expuseram o sentimento a favor de Dilma, mas a opinião ainda será formalizada. As reuniões acontecerão à medida que as lideranças manifestem a interesse em formalizar o apoio ou não à reeleição da presidente Dilma.

“Isso é um sentimento pessoal meu, mas o que vale é a opinião da maioria. O presidente é só o juiz. E eu acredito que seja assim, que caminhe dessa forma e que o partido apoie a candidatura de Dilma em 2014 […] A maioria já existe, é muito expressiva inclusive,” afirmou o Kassab.

No último dia 16, o Congresso Nacional aprovou a criação da Secretaria de Micro e Pequena Empresa, que estaria destinada ao PSD de Gilberto Kassab. Indagado se ficou satisfeito com a determinação da presidente, o ex-prefeito de São Paulo afirmou que é uma “questão já resolvida” e que o partido mantém a postura de independência do partido.

“É uma questão pública, isso já é uma questão resolvida, mais uma vez eu elogio a postura republicana e correta da presidência de Dilma, em que o partido levou a sua posição de continuar com independência no Congresso nacional. Mas eu volto a afirmar o meu apoio pessoal a Dilma,” disse Kassab.

Fonte: Do G1

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