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'Serei candidato e serei presidente', diz Maduro em discurso na Venezuela

Nicolás Maduro, presidente interino da Venezuela, discursa em reunião do Partido Comunista da Venezuela (Foto: Miraflores Palace/Reuters)
Nicolás Maduro, presidente interino da Venezuela,
discursa em reunião do Partido Comunista da
Venezuela (Foto: Miraflores Palace/Reuters)

O presidente interino da Venezuela, Nicolás Maduro, confirmou neste domingo (10) que vai concorrer à eleição presidencial de 14 de abril. Ele pediu a “unidade” ao oficialismo, alertando que se pode pôr a perder tudo que foi conquistado por Hugo Chávez, em seu primeiro discurso desde que assumiu o cargo, na última sexta-feira (8).

O presidente interino informou que, nesta segunda-feira (11), irá apresentar sua candidatura ao Conselho Nacional Eleitoral (CNE), e que levará o projeto de governo que Chávez apresentou a este órgão quando se candidatou às eleições presidenciais de 7 de outubro de 2012.

“A única forma de todos juntos sermos Chávez é que estejamos juntos, unidos. Todos juntos somos Chávez, mas, separados, não somos nada, e podemos perder tudo”, advertiu Maduro durante um ato em que recebeu o apoio do Partido Comunista da Venezuela (PCV) a sua candidatura.

Maduro assinalou que precisa do “apoio do povo” para dar continuidade “à revolução” que o presidente falecido promoveu na Venezuela em seus 14 anos de governo.

“Serei candidato e serei presidente e comandante em chefe das Forças Armadas, porque ele (Chávez) ordenou que eu o fosse, e irei acatar plenamente suas ordens. Mas preciso do apoio de um povo, das forças revolucionárias, da gente nobre deste país”, expressou.

O atual governante foi designado por Chávez seu sucessor, e candidato do oficialista Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), quase três meses antes de sua morte.

Maduro advertiu que não pretende imitar ou desbancar Chávez. “Uma coisa é que eu sou chavista, e vivo e morro por ele. Outra coisa é que alguém possa querer que Nicolás Maduro seja Chávez. Não, sou chavista, sou filho de Chávez.”

Da AFP

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